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domingo, 3 de maio de 2009

Caminhoneiro...

Caminhoneiro tarado

Olá meu nome é Pedro, tenho 35 anos sou casado, moreno 1,75m 74 kg. O que vou relatar aconteceu mês passado. Moro em Foz do Iguaçu e estava em Cascavel PR, precisava de carona , a grana tava curta, então fiquei à margem da BR277 pedindo carona. Já estava escuro quando um caminhoneiro parou e colaborou comigo.
Era um senhor duns 45 anos de idade um pouco gordo, forte, peludo e barbudo. Eu vestia uma agasalho de tactel azul e camiseta branca. Ele estava de shorts de brim e camisa de botão, só com os dois botões debaixo abertos, aparecendo bastante o seu corpo. Desde que entrei na cabine do caminhão ficava me olhando estranho. conversamos alguma coisa de rotina, então ele começou a tocar no assunto de transar com outro homem e disse que gostaria muito de comer uma bunda de homem, mas, que tinha que ser uma bunda gostos igual a minha. fiz de conta que não entendi.
Então quando ele fazia a marcha escorregava a mão e tocava na minha coxa e cada vez foi se atrevendo mais, até me segurar a mão elevar à direção do seu pau para mostrar que estava duro dentro do short. Fiquei assustado, mas eu tava de carona e precisava fiquei quieto e aceitei dar uma pegada, ele gemeu e perguntou se gostei. Gente era duns 20 cm e tava muito duro e grosso.Pediu para eu abrir seu zíper abri e seu caralho já apontava metade fora da cueca, terminei de tirá-lo pra fora nossa que coisa enorme. Nesse momento eu já estava excitado. mas, nunca tinha feito aquilo então me assustei um pouco. Mas vinha um cheiro muito gostoso do seu caralho. então fui aproximando minha boca dele e sentindo o cheiro até por fim por a cabeçona na minha boca e dar uma chupadinha.
Nossa ele gemeu e seu pau latejou me puxou pelo cabelo e enfiou a metade do cacete na minha boca. Tava com medo mas era gostoso, então mamei com vontade nossa uma delicia chupar aquele homem forte, peludo, gordo... Seu pau pulava na minha boca enquanto mamava. Daí ele começou a passar a mão na minha bunda por cima do agasalho e apertar bem no meio dela tocando meu cu.
Nossa fiquei louco. Baixei logo a calça, sentei e deixei ele enfiar o dedo no meu cu. Aí ele parou o caminhão no escuro de um posto e falou: Senta nele. Fui sentando de frente pra ele segurando seu cacete enorme e grosso bem na direção do cu, ele caiu de boca nos meus mamilos e começou a chupar. Eu não agüentei de tesão e sentei forte, sentindo seu caralho grosso como que rasgar o meu cu e entra forte. Cheguei gemer forte de dor. Mas agüentei firme tava com muito tesão. Então rebolei e entro tudo bem fundo. Tudo parecia me rasgar. Estávamos grudados e a rola dele tava bem no fundo.
De repente senti ele gemer forte e sua porra invadir meu cu ele gritou e gozou um monte ai eu comecei a gemer e esporrar também. Meu cu ficou cheio da porra dele e fiquei uns 3 dias sem pode sentar direito.
Nunca mais vi ele mais fiquei apaixonado por aquela rola.
Escrito e enviado por: Pedro

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Quem Conta um Conto...

O Padre comeu o anjinho
Eu tinha 9 anos...era um garoto vivo, esperto, brincava muito na rua com os moleques, onde aprendi que mexer no pinto era muito gostoso, dava uma coceguinha deliciosa, aprendi com eles a bater punheta. Olhávamos revistas de mulheres de maiô, algumas seminuas e ficávamos excitadinhos batendo punheta coletiva... Era uma farra. Tinha um cinema na Igreja que passava matinêes e quando acontecia de ver alguma garota amarrada... imobilisada... o pinto ficava logo duro... quando chegava em casa ia direto pro banheiro bater punheta. Eu estudava em colégio de freiras e tinha uma freira diretora que era muito linda... eu pensava muito nela, e apesar de muito severa...eu me excitava e batia pensando nela. Homenageava minhas professoras... minhas vizinhas... minhas tias... tinha uma vizinha muito safadinha, ela devia ter uns 15 aninhos e quando brincávamos de casinha ela era a mamãe e eu o filhinho... ela deixava eu mamar e chupar os peitos dela... delicioso... Ela ficava sempre sem calcinhas e foi a primeira buceta que eu vi de perto... quando brincávamos de Papai e Mamãe... ela deitava de pernas abertas e eu deitava por cima e fica esfregando o pinto na buceta dela... escorregava... era delicioso... Ela tinha um irmão da minha idade... que queria sempre bater punheta pra mim... e uma vez ele chupou meu pau... eu de sacanagem queria mijar na boca dele... mas com o pau duro era impossível. Ele sempre queria me dar a bunda e eu encostava o pinto duro na bunda dele... mas não conseguia enfiar.Chegou a época de fazer a minha primeira comunhão e eu fui confessar meus pecados para o Padre... ele ficou interessadíssimo com meus relatos... com meus amigos... sobre as punhetas coletivas, a brincadeira de casinha e de médico e as sacanagens com meu amigo... ele esticava a conversa e ficava perguntando detalhes... perguntava se eu tinha feito brincadeiras com menininhas... se eu tirava a calcinha delas... e alguma vez tinha enfiado o pinto dentro delas. Ele perguntou se alguma vez eu tinha pegado no pinto de algum coleguinha ou se já tinha tido vontade de como meu amigo dar a bunda. Eu lógico disse que não porque eu nunca pensei nisso.Quando eu fiz 10 anos o Padre ficou muito atencioso comigo e sempre pedia para eu ajudar na missa, nas coisas da igreja e assim foi criando uma amizade entre eu e ele.Lá estava eu sempre fazendo alguma coisa na igreja, na sacristia... na casa do Padre. Teve uma vez que eu vi o padre saindo do banho e entrou no quarto enrolado numa toalha... quando entrou no quarto ele tirou a toalha pra terminar de se enxugar e eu pude ver o pinto dele... nossa que pinto grande e ainda mole... eu me escondi num canto e fiquei olhando... ele enxugava muito o pinto tanto, que começou a crescer... crescer... e nossa que enorme ficou... eu fiquei muito impressionado com o tamanho... e não sei o que aconteceu comigo que comecei a ficar de pau duro também. Comecei a me retirar quando o assoalho rangeu e ele percebeu que tinha alguém espiando ele... quando ele se vestiu, ele saiu e me perguntou se eu estava no corredor espiando ele... lógico eu fiquei vermelho e disse que não... mas ele percebeu que eu estava lá. Eu ficava vermelho por qualquer coisa e sempre me denunciava. Na próxima confissão que fiz, ele me perguntou de novo se eu tinha visto ele pelado, aí eu acabei confessando que sim... então ele perguntou se eu já tinha visto algum pinto como o dele... eu disse que não e que tinha achado ele muito grande e que nunca tinha imaginado que ficasse assim tão grande. Ele perguntou se eu fiquei pensando no pinto dele e se tinha ficado de pinto duro também... eu não pude negar e disse que sim, e que ate bati uma punheta pensando no pinto dele.Ele me disse para não ficar preocupado que era assim mesmo.Passado algum tempo, eu já estava com 11 anos e estava na casa do padre quando ele me chamou no quarto dele, ele estava de tolha enrolada no corpo tinha saído do banho e quando eu entrei ele deixou a toalha cair e eu vi, aquele pinto empinado, duro, grosso e com as veias saltadas.Ele falou ­¬ Ops!!... agora você viu mesmo... fecha a porta e vem aqui. Eu tranquei a porta do quarto com a chave e fui ate ele... vermelho de vergonha... ele falou: ¬ fica calmo... olha a vontade... pode ver como ele é... e ficava alizando o pau que crescia ainda mais... eu fiquei olhando era enorme... a cabeça era lustroza, o corpo do pinto era cheio de veias que pareciam que iam estourar... da cabecinha brilhante, saia uma aguinha da pontinha dele. Ai ele falou: ¬ pega um pouquinho nele, sente ele com a mãozinha... sente... Eu não resisti e não pude dizer não para o padre e acabei pegando ele na minha mão timidamente... Nossa que pinto grande, minha mão nem dava pra segurar ele todo... a pele era macia deslizava... sentia ele pulsar na minha mão... fui ficando com a respiração acelerada... meu pinto começou a ficar duro tambem. Aí ele falou: ¬ bate uma punheta bem gostosa nele, bate. Eu comecei a bater bem devagar e fui sentindo ele se excitando cada vez mais. O pinto dele estremecia, pulsava. Ele gemia me chamando de Anjinho delicioso... chegou uma hora ele disse: -- chupa ele... chupa como aquele seu amigo fez com você. Abre a boquinha, abre meu Anjinho e chupa ele bem gostoso... Eu estava muito tremulo e inebriado com o cheiro que exalava do pinto do padre... estava me deixando ate tonto... atendi ao seu pedido e abri a boca e ele enfiou o pinto na minha boquinha... senti a cabecinha dele lisinha na minha língua e fiquei lembrando como o Dori, meu amigo tinha chupado meu pinto e tentava reproduzir... o Padre gemia, gemia e dizia: -- Isso meu Anjinho que delicia de boquinha que você tem... chupa! Chupa bem forte que eu vou te dar um leitinho delicioso... pra você beber... chupa, chupa.Eu caprichava ainda mais. Estava adorando. Nunca tinha imaginado que sentir alguém assim excitado e sentir um pinto duro na mãozinha e na boquinha fosse tão gostoso... O Padre segurou a minha cabeça e enfiou o pinto na minha garganta, ate engasguei... sufoquei... ele tirou... e disse: ¬ chupa... chupa...não para, que vou espirrar o leitinho na sua lingüinha... chupa delicia... chupa... quando eu espirrar você engole todo leitinho viu. Estava chupando e me deliciando quando senti um jato quente, grosso, pastoso e salgado na minha língua... assustei... tirei o pinto do Padre da minha boca e ele espirrou mais e mais me lambuzando a cara toda os olhos, o nariz, os lábios... ele segurou minha cabeça e disse: ¬ chupa! Chupa! não pára de chupar, engole o leitinho é bom pra você... chupa meu Anjinho... chupa tudinho... Eu voltei a colocar o pinto na boca e chupei, chupei,lambi e engoli todo o leitinho do Padre.O padre limpou meu rosto com um lenço e disse: ¬ como você é delicioso meu Anjinho! Vem vou fazer bem gostoso com você tambem... ele me deitou na cama tirou meu calção... e começou a bater punheta pra mim que estava de pinto duro... de repente ele começou a chupar meu pinto. Ele engolia ele todinho e chupava, lambia e não parava de bater. Ate que eu gozei. Mas, não saiu nada de leitinho. Pra compensar, o Padre me deu uns santinhos e um pouco de vinho do Padre. Era um vinho bem doce e gostoso. Ai ele disse: ¬ Anjinho! Amanhã você vem de novo. Eu concordei e fui pra casa.No dia seguinte o Padre quando me viu ficou muito contente e veio me abraçar e me levou pra casa paroquial, que naquela hora da tardinha não tinha mais ninguém. Quando chegamos lá ele me levou pro quarto dele me deu mais um pouco do vinho docinho e ficou perguntando se eu tinha gostado do que tinha acontecido no dia anterior. Com a minha confirmação ele falou pra eu não comentar com ninguém e que iria me ensinar muitas coisas.Nos trancamos no quarto dele e ele foi tirando minha roupa todinha, me abraçando e me beijando o corpo todo, ate que senti os lábios dele nos meus lábios. A lingua dele invadindo a minha boca. No começo senti um pouco de nojo... mas acabei gostando... estava com gosto de vinho do Padre... ele pediu pra eu enfiar a minha língua na boca dele... e chupou que ate doeu minha língua... ele me deitou na cama dele e começou a tirar a roupa, ficando pelado e já de pau duro, pediu para eu chupar um pouquinho... chupa... eu cai de boca no pinto do Padre e ele gemia, gemia e alisava meus cabelos, minha cabeça e ele me deitou de bruços e começou a beijar minha bunda... abriu ela e enfiou a língua no meio das minhas nádegas e encostou a pontinha da língua no meu cuzinho. Ai! que delicia. Senti um arrepio uma contração no cuzinho e meu pinto teve uma convulsão e eu gozei sem tocar nele. Me virei e senti que estava saindo alguma coisa do meu pinto. Era uma aguinha como clara de ovo e o Padre sorriu e falou: ¬ viu esta ficando mocinho meu Anjinho. Está saindo o começo do leitinho do seu pinto. Deixa eu chupar esse primeiro leitinho deixa e começou a chupar meu pinto engolindo tudinho... ele levantou minhas pernas e voltou a lamber o meu cuzinho... era muito gostoso sentir a língua dele. Ele tentava enfiar a língua dentro do meu cuzinho e começou a pegar na minha bunda com as duas mão abrindo e encostando a ponta do dedo no meu cuzinho ate que começou a enfiar. Eu senti uma dorzinha e reclamei. Ele parou e ficou dando voltinhas no meu anelzinho e colocando mais cuspe. Voltou a enfiar um pouquinho e depois mais um pouquinho ate que senti o dedo todo dele dentro de mim. Isso me excitou. Estava de novo de pinto duro e ele com o dedo todo dentro do meu cu.Ele sentou na cama e me mandou chupar o pinto dele, enquanto ele enfiava o dedo no meu cu, agora com um creme que ele pegou no criado mudo. Era um creme meio anestésico, porque eu não estava sentindo mais dor.Quando eu percebi ele estava com dois dedos dentro do meu cu.Então ele pegou dois travesseiros e me fez deitar de bruços sobre os travesseiros de modo que fiquei com a bunda empinada. Ele veio por cima se ajoelhou atrás de mim entre minhas pernas e ficou passando o pinto na minha bunda.Do saco ate em cima. Passando pelo cuzinho bezuntado de creme. Ele parou com o pinto encostado no meu cuzinho e quando senti a cabeça do pinto dele encostadinha. O cuzinho começou a piscar e ele foi empurrando. Eu senti o cu esticar... esticar... se abrir. A cabecinha era macia. Mas, eu sentia a parte dura do pinto dele forçando, abrindo, esticando. Estava sentindo um pouco de dor. Senti arrebentar alguma coisa. Doeu. Gritei: ¬ aiiiiii....tira...tira....ele disse -- calma meu Anjinho...vou ser bem carinhoso e ficou paradinho. Mas, senti que já tinha entrado a cabecinha do pinto dele. Parece que meu cuzinho foi se acostumando e ele começou a se mexer. Entrava um pouquinho e saia. Me perguntava se estava bom e eu dizia que sim. Ele enfiava mais e tirava....-- quer mais? ...eu dizia-- simmmmm....ele enfiava mais e tirava....ate que ele enfiou tudo.... ate o saco que eu senti encostar nas minhas nádegas....Ai ficou paradinho com o pinto todo dentro de mim. Sentia ele pulsar dentro de mim. Meu cu estava esticado, aberto. Mais preenchido pelo pinto do Padre. Ele ficava falando no meu ouvido.. -- que delicia de cuzinho! que apertadinho! que gostoso meu Anjinho. Está gostoso? Eu respondia --- Hummm!!! Ele começou a tirar o pinto ate quase o fim e enfiar todinho de novo... meu cu se regalava... que delicia de pinto o Padre tinha. O Padre pedia -- mexe um pouquinho a bundinha mexe... meu Anjinho... eu mexia... ele gemia. Ai ele me segurou pelos quadris e começou a tirar e enfiar o pinto todo e cada vez mais rápido e mais forte, com mais violência Eu gemia -- aiii... aiiii... aiiii... isso! Faz bem gostoso Padre.Isso faz... e ele ficou doidinho e gozou... gozou... gozou... encheu meu cuzinho de leitinho... eu sentia ele espirrar o jato quente dentro de mim... Gozei também. E senti que saiu mais um pouco de aguinha do meu pinto...Cheguei em casa todo dolorido, mais adorei a minha primeira vez.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Contos De Um Vagabundo De Plantão.

Já estava cansado de ficar em casa olhando o rosto enrrugado de minha mãe, quando decidi dar uma pequena volta na rua.
Por força do hábito, dei um pulinho até a casa do meu amigo, pois ali, é sempre garantido encontrar um cuzinho, ou uma pica disposta a cuspir.
Chegando lá, ele não estava, portanto dei meia volta e rumei pra pontinha, pois queria chegar ao centro da cidade pelo outro bairro. "Detalhe nessa rua o fluxo de carros e ônibus é menor a partir das 23:00", caminha ouvindo meu mp4, mas estava ficando entediado pois não havia absolutamente ninguém, eu eu não dava uma boa gozada havia uma quatro semanas. Com esses pensamentos na cabeça nem vi quando cheguei ao centro. Lá as poucas pessoas que restavam estavão à espera de suas conduções. Olhe para a praça nada, olhei para a rodo e nada.
Então decidi caminhar pro largo da feira. "Ali ou dá ou desce", fui no treiler do meu amigo que também é gay uma cerveja.
Nada de interessante acontecia e eu me desesperava a cada minuto. Pensava com meus botões. - Não acredito que voltarei para casa sem uma foda! - E realmente foi isso o que aconteceu já cansado, retornei para casa pelo caminho tradicional. Deveria ser umas 02:25 da madruga, e a televisão ligada quase no último volume e a véia roncando de boca aberta no quarto dela. Puto desliguei o aparelho e me joguei na cama.


continua...